Preciso dizer, com todo o meu coração, que é muito difícil não julgar, mas preciso também confessar que é mais do que necessário não julgarmos, porque, à medida que nos tornamos juízes uns dos outros, tiramos a autoridade de Deus, o único Juiz, e a passamos para nós, tornamo-nos juízes cegos, porque pensamos saber julgar bem os outros, mas não sabemos de nada.

É muito, mas muito fácil falar dos outros, julgá-los, o difícil é fazer o que ele faz, é conhecer a história dele e colocar-se no Seu lugar.

Você gosta de ser julgado?

Eu não! Não gostamos de ser julgados nem criticados. Sentimo-nos profundamente ofendidos, feridos quando os outros estão nos julgando sem nos conhecer. A questão é que nós fazemos a mesma coisa. Jesus nos ensina que a grandeza do amor passa pela capacidade de não julgar os outros.

Não julgue nem crie sentimentos ou juízos precipitados em relação à pessoa do outro. Não coloquemos o outro no limbo, porque é para lá que nós vamos também. Não coloquemos o outro no julgamento infernal, porque com essa medida que nós estamos julgando os outros nós também seremos julgados.

Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, reparemos nossos atos, e o primeiro deles é a maldita lógica humana de vivermos analisando, julgando e criticando os outros.

Existem programas de televisão, de rádio, espaços em jornais para julgar, criticar e falar mal dos outros. Parece que nós adoramos esses programas, porque fazemos isso em nossa vida, em nosso cotidiano. É dessa forma que seremos medidos, se continuarmos medindo uns aos outros dessa maneira. Deixemos que somente Deus, que nos conhece no mais íntimo de nosso ser, nos julgue.

A nós cabe a humildade, a contrição, se dermos conta de reconhecer nossos pecados, nossos limites, e reparar nossas fraquezas, não teremos tempo para reparar a vida de ninguém.

Que Deus nos abençoe.

 

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